Matricule seu filho no CEI e acompanhe do seu celular, em tempo real; Do berçário, a partir de 06 meses

 

CEI, Centro Educacional, trabalha com Berçário a partir de 06 meses, Ainda tem como diferencial a opção de tempo integral.

Só o CEI tem monitoramento por câmeras com resolução HD, em tempo real, direto no celular dos pais, além de atividades pedagógicas lúdicas, práticas e musicoterapia. A equipe do CEI é capacitada e multidisciplinar, composta por pedagogos, psicopedagogos, Neuropedagogos, fonoaudiólogos, terapeuta ocupacional, psicólogos e fisioterapeuta com atendimento especializado. Nossa escola funciona como creche/escola e em janeiro, os alunos poderão desfrutar da colônia de férias. Faça uma visita e conheça toda estrutura do CEI. Endereço: Rua Humberto Ferreira, Nº 26 / Jequiezinho (73) 3525-0941.

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Projeto de formação identitária afro-brasileira leva Ubaitaba para Simpósio Internacional da UFBA

EDUCAÇÃO E CULTURA

O som do tambor ecoa pelas paredes simples da Escola Municipal Antônio Ferreira, que fica na zona rural de Ubaitaba/BA, e as fortes expressões e os sorrisos tomam conta dos 30 alunos da turma da Aula de Dança da professora Ebilla Carvalho (FOTO).

Há oito meses a professora e coreografa mantém o projeto de intervenção “As danças de matrizes africanas para crianças da zona rural e seu efeito na construção da identidade”. Ela utiliza Congo, Jongo, Lundu, Maculelê, Capoeira e Samba para contribuir com a construção identitária e resgate na memória afetiva afro-brasileira. Por meio da dança tem ajudado a desenvolver reflexões sobre as raízes históricas, a aceitação da cor da pele, o “empoderamento” da cultura negra e o respeito às diferenças.

No próximo mês esse projeto ganha destaque mundial ao ser apresentado no Simpósio Internacional Arte na Educação Básica, que acontece de 04 a 06 de dezembro, na Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Uma exposição fotográfica ao estilo ‘linha do tempo’ será o recorte para a apresentação do projeto e demonstrará todo o processo de ensino-aprendizagem da dança, a dificuldade inicial com os movimentos corporais, as dúvidas sobre ritmo e melodia e as improvisações ao longo dos seis meses. O conjunto de imagens exibirá a relação entre o indivíduo e as danças de matriz africana, mostrando a curiosidade com o novo, o receio do toque, o respeito à diversidade cultural, étnica e religiosa. Isso porque, segundo a professora Ebilla Carvalho, a maioria dos estudantes não gostava de seus cabelos crespos e dos seus traços e depois das aulas de dança eles se percebem lindos com esses mesmos traços. “Elas estão usando tranças, assumindo o cabelo crespo e gostando dele. Elas hoje sabem a importância da valorização de sua cor, da cor de seus pais e antepassados”, disse.

Antes do projeto os estudantes tinham acesso a atividades artísticas como a pintura e a dança. No entanto, a intervenção contribui ainda mais com a formação das crianças ao aperfeiçoar no que diz respeito à cultura, raça e etnia afrodescendente. O projeto continua a transcorrer, em Ubaitaba, após a mostra fotográfica, que acontece à Rua Barão de Jeremoabo, S/N, em Ondina, Salvador. A professora de Artes Visuais, Ebilla Dreid Carvalho, é pedagoga, psicanalista, graduanda em Dança pela UFBA e cursa Especialização em Gestão Cultural na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). (Ascom/Ubaitaba)

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Invista no futuro do seu filho, Inglês e Espanhol é no CONNECT KIDS, a partir de 04 anos de idade – Matrículas abertas, WhatsApp (73) 9 8813-8269

 

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Professores das quatro universidades estaduais fazem paralisação de 24h

Professores das quatro universidades estaduais da Bahia fazem paralisação das atividades por 24 horas nesta terça-feira (28). Os docentes fizeram um ato de panfletagem no início da manhã, nas imediações da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), no bairro do Cabula, em Salvador. O protesto foi validado nas assembleias da categoria em outubro deste ano, para que os portões pudessem ser fechados nesta terça-feira. Um indicativo de greve também foi aprovado. 
Os professores pedem a destinação mínima de 7% da receita líquida de impostos do estado para o orçamento anual das universidades. Conforme a Associação dos Docentes da Uneb (Aduneb), entre 2013 a 2016, as universidades baianas acumularam redução de R$ 213 milhões no orçamento. Na Uneb, 279 professores estão com direitos trabalhistas negados, conforme a associação. 
De acordo com o coordenador geral da Aduneb, Milton Pinheiro, a paralisação reivindica também a recomposição salarial dos professores. “Mesmo com quatro universidades públicas no estado, o governador nunca nos recebeu e nem demonstra interesse em conversar com a categoria”, disse ao G1. Ele pontua ainda que cerca de 5.500 docentes, que representam o total dos professores das quatro universidades, aderiram à paralisação. Mais de 70 mil alunos são afetados com a parada, que também teve participação do corpo técnico, conforme Milton. 
Em contato com o G1, as assessorias da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) informaram que têm conhecimento do indicativo de greve. 
A Uesb disse que não vai se posicionar sobre o caso e A Uefs informou que os docentes fizeram panfletagem no campus no início da manhã, mas voltaram às atividades. O G1 não conseguiu contato com a Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). *G1

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Matricule seu filho no CEI e faça o monitoramento ao vivo, pelo celular; Aulas de judô, inglês, libras, educação física e musicoterapia,

EDUCAÇÃO É PRIORIDADE NO CEI 

Centro Educacional IESTE

O CEICentro Educacional IESTE, trabalha com os seguintes seguimentos; Berçário a partir de 06 meses, Educação Infantil e Fundamental I. Ainda tem como diferencial a opção de tempo integral para todas as faixas etárias.

Só o CEI tem monitoramento por câmeras com resolução HD, em tempo real, direto no celular dos pais, além de atividades lúdicas e práticas, como o judô, inglês, libras, educação física e musicoterapia, tudo incluso na mensalidade.

A equipe do CEI é capacitada e multidisciplinar, composta por pedagogos, psicopedagogos, Neuropedagogos, fonoaudiólogos, terapeuta ocupacional, psicólogos e fisioterapeuta com atendimento especializado. Em janeiro, os alunos poderão desfrutar da colônia de férias.

 

Faça uma visita e conheça toda estrutura do CEI

Endereço: Rua Humberto Ferreira, Nº 26 / Jequiezinho (73) 3525-0941

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Estudantes de Alagoinhas são premiados em concurso nacional sobre criatividade na escola

 

Quatro estudantes de Alagoinhas foram premiados no ‘Desafio Criativos da Escola’, concurso nacional que tem como prêmio dinheiro para a execução da iniciativa e para os professores orientadores. Islaine Medeiros, Adrielle Bispo, Jeane Flávia e Carlos Henrique, do Colégio Estadual Deputado Luís Eduardo Magalhães, desenvolveram o projeto ‘Da Escola Para o Mundo’, em que discutem como a escola poderia contribuir para o desenvolvimento social dos jovens da comunidade do entorno. “A partir daí criamos o projeto e nos reunimos na escola, nos finais de semana, de 15 em 15 dias, para promover oficinas e acompanhamento psicológico apra estes jovens, incluindo orientação vocacional.

Considero de extrema importância, principalmente para os meninos, porque eles têm a oportunidade de socializar conhecimentos, trocar experiências, e principalmente porque eles ganham autonomia naquilo que eles fazem para organizar atividades com vistas a melhorar a vida de outros jovens”, observou a professora orientadora, Maria de Lourdes Ramos. O concurso Desafio Criativos na Escola é iniciativa do Instituto Alana e neste ano recebeu projetos de 436 cidades brasileiras, sendo que a Bahia foi líder de inscrições, totalizando 501 iniciativas inscritas. Em seguida vêm São Paulo (213), Rio de Janeiro (131), Minas Gerais (129) e Ceará (72), A cerimônia de premiação acontece no dia 5 de dezembro, no Museu do Amanhã, Rio de Janeiro.

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Com déficit de atenção e direito a 1h a mais de prova, jovem diz que tema da redação é importante para discutir preconceito

 

Hanna Garcia, de 19 anos, elogiou a escolha do tema. Estudante de Salvador terminou prova antes do tempo estendido.

A jovem Hanna Garcia, de 19 anos, elogiou a escolha do tema do Enem deste ano. Diagnosticada com déficit de atenção, ela diz que já teve dificuldades na escola e que abordar o assunto na prova é importante para mostrar a exclusão dos surdos nos ambientes de ensino.

“Achei muito bom o tema da deficiência auditiva. É muito importante. Porque as pessoas são muito preconceituosas e é uma forma de mostrar a exclusão”, pondera. Neste domingo (5), Hanna fez a prova no pavilhão de aulas da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no bairro de Ondina, em Salvador.

Ela disse que a prova trouxe textos que pontuaram a existência de políticas públicas para incluir as pessoas com deficiência auditiva. “Mas, na escola, os colegas podem ser preconceituosos e podem ter professores despreparados para ensinar pessoas com deficiência”, disse.

Por conta do déficit de atenção, ela contou que demorava para entregar a prova na escola no intervalo de tempo estabelecido e por isso enfrentava problemas. “Já sofri preconceito porque eu não conseguia terminar as provas em tempo, depois que eu descobri que eu tinha déficit de atenção”, relatou.

Hanna teve direito a uma hora a mais de prova, até as 19h, horário local, que é um direito concedido pelo Inep e deve ser solicitado pelo candidato que tem alguma deficiência no momento da inscrição. Mas a jovem acabou saindo antes. “Achei que não ia dar tempo, mas foi suficiente para fazer”, disse.

Atualmente, o Inep disponibiliza guia-intérprete, tradutor-intérprete de libras, leitura labial, prova ampliada, prova em braile, prova super ampliada, auxílio para leitura, auxílio para transcrição, entre outros mecanismos para promover a acessibilidade.

Este ano, um novo recurso auxiliou participantes com surdez e deficiência auditiva, que foi a prova em vídeo libras, oferecida em caráter experimental.

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Aos 73 anos, idoso faz Enem para tentar curso de direito na Bahia: ‘Minha mente é jovem’

 

Primeiro dia de provas aconteceu neste domingo (5) em todo o país. Na Bahia, mais de 490 mil estudantes estão inscritos para exame.

Seu José Raymundo Silva, de 73 anos, acordou cedo neste domingo (5) para não se atrasar para a primeira fase Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em Salvador. Aposentado há cerca de 24 anos, o idoso pretende tentar uma vaga no curso de direito, e a idade não representa qualquer impedimento para ele.

“Direito é minha meta. É um sonho. Desde que me aposentei e fiquei com tempo livre que criei o desejo de colocar isso em prática. Minha mente é jovem e eu não tenho medo de trabalho. Ainda quero atuar na área”, contou.

Morador do bairro do Bonfim, na cidade baixa, seu José Silva fez um percurso de cerca de 1h20 até o bairro da Federação, no centro da capital baiana, para fazer a prova. Ele está entre os mais de 490 mil inscritos para fazer a prova na Bahia.

O aposentado saiu de casa às 8h e chegou às 9h20 na Universidade Católica do Salvador (Ucsal), 1h40 antes da abertura dos portões. Em Salvador, os portões abrem às 11h e serão fechados às 12h, porque a cidade não tem horário de verão.

Para chegar até o local de prova, seu José da Silva pegou um ônibus que o deixou próximo à universidade e, em seguida, pegou um táxi para completar a viagem. O trajeto já havia sido feito por ele durante a semana, para evitar imprevistos.

“Já tinha vindo para me localizar. Não queria ficar correndo de lá pra cá. Melhor evitar atrasos”, explicou.

Pai de cinco filhos, seu José era despachante. O aposentado nunca cursou o ensino superior. Atualmente, ele trabalha com a esposa, entregando quentinhas que ela mesma faz.

Para ter uma boa pontuação no Enem, o aposentado estudou por um ano em um curso preparatório. Esta é a terceira vez que ele realiza o exame e quer se dar bem. “Tenho fé em Deus e no que eu estudei”, contou.

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Entenda como é feita a correção das questões e da redação do Enem

 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgará o gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no dia 16 de novembro. A correção é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Dessa forma, um item em que grande número dos candidatos acertaram a resposta será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.

Por isso, não é possível calcular a nota final apenas contabilizando o número de erros e acertos em cada uma das provas. Se dois candidatos acertam o mesmo número de questões, não significa que terão a mesma pontuação. O estudante só tem como saber a nota final no Enem quando o resultado sair.

A correção é feita por meio de um sistema de reconhecimento, no qual a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Cesgranrio extraem os dados com as respostas das questões objetivas de cada participante, durante a etapa de digitalização. Por isso, é imprescindível que o preenchimento do cartão-resposta tenha sido realizado com caneta esferográfica de tinta preta. O mesmo vale para a folha de redação. Os rascunhos e as marcações assinaladas nos cadernos de questões não serão considerados para fins de correção.

O processo de correção é feito tanto pela Cesgranrio quanto pelo Inep, para conferência. As redação são corrigidas pela Fundação para Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp). O Inep, já com as notas da redação repassadas pela Vunesp e os resultados das questões objetivas, processa o resultado, dando origem ao Boletim de Desempenho, que será disponibilizado aos participantes em 19 de janeiro de 2018.

Redação

O texto produzido na redação do Enem é corrigido por pelo menos dois avaliadores, de forma independente, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. Esses dois professores avaliam o desempenho do participante de acordo com as cinco competências exigidas na redação.

Cada avaliador atribuirá uma nota entre 0 e 200 pontos para cada uma das cinco competências, e a soma desses pontos comporá a nota total de cada avaliador, que pode chegar a 1.000 pontos. A nota final do participante será a média aritmética das notas totais atribuídas pelos dois avaliadores.

Se entre as notas dadas pelos dois corretores houver diferença superior a 100 pontos (no somatório geral) ou de mais de 80 pontos em qualquer uma das cinco competências, a redação segue para um terceiro avaliador. No caso de a discrepância continuar depois da terceira avaliação, a redação será corrigida por uma banca com três professores, que vai dar a nota final.

A redação receberá nota zero se apresentar características como fuga total ao tema, texto com menos de sete linhas, não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa, cópia integral de textos motivadores da proposta, impropérios, e se a folha de redação for entregue em branco.

Ontem (4), a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, decidiu manter a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que determinou a suspensão da regra que previa a anulação da redação que violasse os direitos humanos. Apesar disso, a competência cinco, que vale 200 pontos, determina que a redação deve ter uma proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. Esse item não foi modificado pela decisão judicial.

O título é opcional na produção da redação e será considerado como linha escrita. Porém, o título não será avaliado em nenhum aspecto relacionado às competências da matriz de referência.

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MEC é notificado e vai recorrer de decisão que veta zero para redação que ferir direitos humanos no Enem

O Ministério da Educação (MEC) informou ter recebido nesta quinta-feira (2) a decisão judicial que impede nota zero para o estudante que desrespeitar os direitos humanos na redação do Exame Nacional do Ensindo Médio (Enem). O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela aplicação da prova, disse que vai recorrer.
A decisão provisória da Justiça Federal proíbe que seja automaticamente zerada a prova que tiver desrespeito aos direitos humanos. Entretanto, o autor também não vai conseguir tirar a nota máxima.
Na semana passada, uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) suspendeu um trecho do edital do Enem que determinava a anulação da prova que incluísse trechos com desrespeito aos direitos humanos em qualquer parte da redação.
Entretanto, outro trecho do edital ainda mantém como regra que a “proposta de intervenção” respeite os direitos humanos. A proposta de intervenção é uma das cinco competências exigidas dos alunos, e cada uma delas vale 200 pontos. Ao desrespeitar os direitos humanos ao escrever sobre o problema proposto, o candidato vai tirar zero apenas neste item e poderá, no máximo, tirar nota 800 na redação.
Maria Inês Fini, presidente do Inep, explicou que o Enem pede que a redação siga os direitos humanos desde 1998, quando foi aplicada a primeira edição, e que essa regra foi “celebrada durante muitos anos” pelos especialistas da área. Ele pediu que os candidatos “não só reflitam no texto os direitos humanos, mas na vida”.
Ainda valem nota zero automática a presença de impropérios e a inclusão de trechos desconectados no texto, que há alguns anos rendia apenas desconto na nota, pela fuga parcial do tema, mas desde 2013 rende a nota zero para desincentivar que os estudantes pratiquem deboche.
Anulações em 2016
Das quase 5,9 milhões de redações anuladas no ano passado, 0,08% levaram zero por esse motivo. Segundo dados do Inep, 4.798 é o número exato de candidatos que defenderam ideias contrárias aos direitos humanos ao abordar o problema da intolerância religiosa e, por causa disso, tiveram a prova anulada.
No total, 5.881.213 provas de redação do Enem 2016 passaram pela correção. Dessas, 291.806 acabaram com a nota zero por uma série de motivos, a grande maioria (70,6% dos casos) porque o candidato ou não compareceu para fazer a prova, ou compareceu, mas deixou a redação em branco. O segundo principal motivo para a nota zero no Enem 2016 foi a fuga ao tema, que representou 16% dos casos.

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